HISTÓRIA CIENTIFICA DO CORONAVÍRUS E DO ATUAL COVID-19

Anisio Nascimento /// 25 março, 2020 /// Sem Comentários

Neste Artigo vamos conhecer um pouco da história científica do Coronavírus e do atual COVID-19

O intuito do Clube Saúde Natural é a divulgação da matéria, levando em conta o momento que estamos vivenciando uma enorme preocupação com a nossa saúde, dos familiares e da população em geral. Por essa razão, estamos transcrevendo o texto original que revela detalhes, que muitas pessoas ainda desconhecem, sobre a origem e os riscos da contaminação e proliferação desenfreada do Coronavírus.  A seguir vamos ao texto na íntegra divulgado pelo Biólogo Luiz Augusto Vassoler.

As pessoas precisam de algumas referências para acreditar nas palavras de alguém. Pois bem, tenho 67 anos, sou biólogo aposentado, trabalhei na Seção de Raiva e Encefalomielite do Instituto Biológico de São Paulo, fui assistente do cientista Moacyr Rossi Nilson, trabalhei com o vírus da raiva, um vírus que causa 99% de letalidade. Trabalhei na Seção de Bacteriologia Animal também. Sou professor de biologia.

Os vírus são muito menores que as bactérias e não são visíveis ao microscópio óptico comum MOC, só com microscópio eletrônico ME é possível visualizar e fotografar os vírus.

Para exames rápidos de diagnóstico da raiva usamos microscopia de imunofluorescência, mas não é um diagnóstico definitivo, requer confirmação e para tal injetamos o material suspeito no meio dos cérebros de 5 ratos brancos, espeta agulha na moleira do rato, afunda e injeta. Após 5 dias os ratos apresentam os sintomas da raiva e o diagnóstico se torna definitivo. Sou especialista nisso.

Bem, agora vou comentar sobre outro vírus.

Coronavírus é o nome de uma Família de vírus que se divide em dois Gêneros, o Gênero Alpha coronavírus que possui duas Espécies, a CCoV que causa gastroenterite em cães e a Espécie FCoV que causa peritonite infecciosa felina PIF, ambas doenças não atacam os humanos.

Família coronavírus, Gênero Beta coronavírus que contém três Espécies que atacam os humanos:

Espécie Mers-Cov Causa a doença Síndrome respiratória do Oriente Médio

Espécie SARS-Cov Causa a doença Síndrome respiratória aguda grave.

Espécie SARS-Cov 2 Causa a doença CoVID-19 essa que está nos atacando agora.

Muito bem…

Quando nos confrontamos com um inimigo, a primeira providência é examinar quais são os pontos fracos do inimigo.

Esses vírus possuem uma estrutura extremamente primitiva e muito frágil. É apenas um filamento de RNA envolvido por uma película lipoproteica, ou seja, uma fina membrana esférica de gordura e proteína, muito fina e que não é eficiente contra a desidratação e nem como isolante térmico.  Ao ar livre o vírus desidrata, seca e morre.

Ele necessita sair do doente infectado e entrar pela boca, nariz ou olhos da vítima sadia e assim infectar mais um e causar a doença nele.

Na China constataram que esse vírus se mantém vivo por algumas horas fora do corpo do doente e esse tempo de vida vai depender de onde esse vírus caiu após ter saído do corpo do doente.

Se esse vírus cair em um local exposto à luz solar, ele morre em minutos, se for sob o Sol do meio dia, morre em 2 ou 3 minutos, ele não suporta os raios ultravioleta e também desidrata rapidamente se tomar a luz do Sol diretamente. Em tempo nublado dura um pouco mais, talvez até uns 15 minutos.

Se esse vírus sair do doente num lugar sem luz solar incidindo diretamente nele, um local sombreado como dentro de casa ou dentro de algum veículo e o vírus cair sobre papel, madeira, roupas e cabelos, ele sobrevive por 6 horas.

Se o vírus cair sobre superfícies lisas, sombreadas e frias como vidro, mármores, azulejos, metais lisos, ele sobrevive por 12 horas.

Mesmo sendo muito pequenos os vírus possuem algum peso e a tendência é cair assim que saem numa tosse, num espirro ou simplesmente uma pessoa falando está batendo a língua no céu da boca e nos dentes e isso vai espirrando gotículas invisíveis cheias de vírus que saem da boca. Mesmo apenas a respiração do doente já é suficiente para liberar vírus no ar.

Estratégias explorando as fragilidades do inimigo:

  1. Isolamento social. Fundamental isso.  As pessoas não devem se aproximar. A pessoa infectada pode não apresentar sintomas, mas está produzindo trilhões de vírus em seu organismo e esses vírus saem pela respiração dela.
  1. Higiene correta.  Ao usar um transporte público durante uma epidemia, é 100% certeza que em suas roupas e cabelos existem vírus vivos da doença e se apenas (1) um desses vírus atingir as mucosas dos olhos, boca ou nariz, a pessoa será infectada.

Estratégia:

Tendo consciência disso, não passar os dedos nos olhos, na boca e nem no nariz. Chegar em casa e não tocar em nada e nem em ninguém antes de lavar as mãos.  Retire a roupa que usou e pendure num local de pouco movimento e deixe a roupa lá por no mínimo 8 horas, lembre que sobre a roupa os vírus ficam vivos por 6 horas. Você pendura as roupas à noite e de manhã os vírus já estarão mortos e você poderá usar essas roupas novamente mesmo que não tenham sido lavadas.

  1. Lave os cabelos. Não vá dormir com os cabelos infectados.  O vírus é altamente sensível ao pH básico do sabão, sabonete, detergente; o shampoo não é muito eficiente pH quase neutro, use sabonete nos cabelos, é melhor.
  1. Ao tocar maçanetas, torneiras ou quaisquer superfícies lisas onde outras pessoas tocaram antes, em seguida não toque nos olhos, nariz nem boca, lavem as mãos o quanto antes.
  2. Mantenha sua casa restrita a sua família mais íntima, não receba visitas durante a quarentena. Não adianta você tomar todos esses cuidados se as visitas não fizerem o mesmo. Se possível durmam em cômodos diferentes da casa.
  3. Desinfetantes. O vírus é altamente vulnerável a qualquer desinfetante, água sanitária, Lysoform, Pinho Sol e, com destaque o álcool etílico porque esse pode ser aplicado sobre a pele mas os outros não.  As autoridades recomendam á população o uso do álcool gel 70° que contém 70% de álcool e 30% de água, recomendam esse porque esse não é explosivo, contudo quanto menos diluído for o álcool mais desinfetante ele é; em laboratório é comum usarmos o álcool 92° mas a venda ao público é proibida porque esse é altamente inflamável e explosivo mas contudo é esse que eu uso para mim mesmo, precisa ter muito cuidado para não incendiá-lo, os acidentes com esse tipo de álcool costumam ser muito graves, a garrafa explode e incendeia tudo ao seu redor. Existe também o álcool absoluto 100% álcool e 0% de água mas esse vai queimar a sua pele e é muito caro também. O álcool 46° usado em limpeza é fraco mas é melhor que álcool nenhum, é útil para as mãos e limpeza de superfícies lisas.
  1. Use máscara cirúrgica todas as vezes que sair de casa ou for se aproximar de outras pessoas.

Observações finais:

Esse vírus possui uma capacidade infectante extraordinária, esse é o ponto forte dele, porém a doença que ele causa tem baixo índice de mortalidade se comparado aos piores vírus que existem:

Vírus rábico da raiva, taxa de mortalidade de 99,9%.

Vírus Ebola taxa de mortalidade de 66%.

O vírus SARS-Cov 2 que causa a doença CoVID-19 tem taxa de mortalidade de até 20% em idosos com doenças pré existentes, diabéticos, hipertensos, cardíacos, asmáticos, aidéticos, pessoas em tratamento de câncer e principalmente transplantados imune deprimidos.

Em adultos a taxa de mortalidade é de apenas 2%, morrem principalmente os fumantes, em crianças a taxa de mortalidade é praticamente zero % com raríssimas exceções.

Seleção natural:

Assim como ocorreu na epidemia pelo vírus H1N1 a gripe suína, todas as pessoas pegaram o vírus, a maioria desenvolveram anticorpos e daí em diante ficam imunes a essa doença.

Esse vírus SARS-Cov 2 que causa a doença CoVID-19 todas as pessoas vão pegar também, a maioria desenvolverá anticorpos e ficarão imunes, porém nesse processo é necessário frear a velocidade de disseminação do vírus porque se pegar em todos rápido demais o sistema de saúde não dará conta de socorrer 20% da população de idosos e 2% da população de adultos. Que todo mundo vai se infectar com esse vírus é certeza, as medidas restritivas que estão sendo tomadas são apenas para desacelerar a transmissão. Sobreviverão os mais fortes e mais sadios, morrerão os mais fracos e mais doentes, a natureza funciona assim e não há como mudar isso.

Redação de:

Luiz Augusto Vassoler

– Biólogo –

Anisio Nascimento

Anisio Nascimento

Empreendedor especializado em Marketing Digital e produção de Info produtos para afiliados no formato de E-book, Guia Digital, Cursos Online para melhorar o desempenho físico e a qualidade de vida.

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